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:: ‘Educação’

PM-BA abre processo seletivo para mais de 2,4 mil vagas em colégios e creche

A Polícia Militar da Bahia (PM-BA) abre processo seletivo com 2.414 vagas para os colégios e a creche da instituição, nesta quarta-feira (2). As inscrições devem ser feitas até o dia 6 de janeiro, por meio do site da instituição, até as 18h. As vagas são para Salvador e interior da Bahia. Do total das vagas, 2.381 são para as 15 unidades do CPM na Bahia (361 para o Ensino Médio e 2.020 para o Ensino Fundamental) e 33 vagas para Creche Nossa Senhora das Graças.

O sorteio das vagas será feito no dia 11 de janeiro, no Instituto Anísio Teixeira (IAT), às 9h, no bairro de São Marcos, em Salvador. Participarão responsáveis de candidatos inscritos, representantes do Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa, Ministério Público Estadual, Procuradoria Geral do Estado, Defensoria Pública e associações de classe.

A polícia informou que 70% das vagas na capital serão destinadas para filhos de policiais militares e funcionários civis da instituição, e 30% para o público externo. No interior do estado, por sua vez, 50% das vagas serão destinadas para filhos de policiais militares e funcionários civis, e os outros 50% para o público externo.

Além dos cinco colégios na capital (Dendezeiros, Luiz Tarquínio, Ribeira, Lobato e Cajazeiras), os CPM estão distribuídos nas cidades de Teixeira de Freitas, Alagoinhas, Ilhéus, Itabuna, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Candeias, Juazeiro, Jequié e Barreiras.

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EDUCAÇÃO Prazo para aditamento do Novo Fies é prorrogado

A Caixa Econômica Federal informou que foi prorrogado novamente o prazo para os estudantes fazerem o aditamento do contrato do Novo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

De acordo com a instituição, agora os estudantes terão até 31 de janeiro para fazer o procedimento por meio da página http://sifesweb.caixa.gov.br/ . Caso o estudante queira fazer alguma alteração no contrato, como a troca de fiador, o processo deverá ser feito em uma agência da Caixa, informou o banco.

Segundo a Caixa, que 75% dos 44.549 estudantes inscritos no Novo Fies do primeiro semestre já concluíram o aditamento ou iniciaram o processo por meio da Instituição de Ensino Superior.

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USP prevê superávit e vai contratar 550 professores até 2020

A Universidade de São Paulo (USP) aprovou a contratação de professores e prevê, pela primeira vez em cinco anos, superávit nas contas em 2019. Recuperando-se de grave crise econômica, a instituição não realiza contratações desde 2014 e diminuiu o número de docentes. A situação trouxe déficit anual de até R$ 1 bilhão para a instituição e quase consumiu uma reserva bancária superior a R$ 3 bilhões, segundo relata O Estadão.

Com estimativa positiva, a Universidade já tem 150 contratações autorizadas e há 250 com aval previsto para 2019 e 150 para 2020. A universidade não divulgou quais cursos deverão receber os novos docentes, mas, segundo a reitoria, serão atendidas “as necessidades apresentadas pelas unidades”.

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MEC autoriza mais 19 cursos de Direito, com 2.880 novas vagas

O Ministério da Educação publicou portaria no Diário Oficial da União em que autoriza a abertura de mais 19 cursos de Direito. Ao todo, serão 2.880 novas vagas nas cinco regiões do país.

Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Claudio Lamachia, afirmou que a ampliação da oferta de cursos não atende a uma demanda social, pois deriva de interesses meramente econômicos.

“O crescimento das autorizações para abertura de novos cursos de Direito Brasil afora é uma ameaça ao futuro do país. O ritmo é frenético, como demonstram os dados diariamente publicados. Somente em 2018, o Ministério da Educação deu luz verde para 131 novos cursos de Direito, o que abriu novas 18.050 vagas”, disse, segundo o Conjur. Nenhuma das vagas é na Bahia.

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Trans e refugiados terão cotas na Ufba

A partir de janeiro de 2019 a Universidade Federal da Bahia (Ufba) oferecerá cotas para transexuais, transgêneros e travestis e refugiados ou imigrantes em situação de vulnerabilidade social. O benefício foi aprovado por meio da Resolução 07/2018, em reunião do Conselho Acadêmico de Ensino da universidade. Metade das 5.974 vagas da instituição já são reservadas para alunos de escola pública, que tenham renda abaixo de um salário mínimo e meio, deficientes e se declarem indígenas, pretos ou pardos.

Para o público trans, índios aldeados, refugiados e quilombolas serão oferecidas uma vaga a mais nas seleções de cada curso, o que dá mais 352 vagas por ano. Na Bahia já são oferecidas cotas para trans também na Universidade Federal do Sul da Bahia e na Universidade Estadual da Bahia (Uneb).

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Ufba é 20ª melhor universidade do Brasil, aponta MEC

A Universidade Federal da Bahia é apontada pelo Ministério da Educação (MEC) como a 20ª melhor instituição federal do país. O ranking foi divulgado através do principal indicador de qualidade do ensino superior brasileiro, o Índice Geral de Cursos (IGC).

Ano passado, a Ufba foi em 21º. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) ficou em primeiro lugar no ranking, com a melhor nota do IGC, a mesma posição da avaliação do ano passado. Os dados foram divulgados no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

A nota do IGC varia de 1 a 5. As instituições com 4 e 5 são consideradas excelentes e notas abaixo de 3 são insatisfatórias. Instituições que ficam abaixo de 3 não podem se expandir, ou seja, não podem construir novos campi, nem abrir cursos ou aumentar o número de vagas. Cursos autorizados podem sofrer redução de vagas ou ter processos seletivos suspensos, após vistoria de especialistas.

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Mais de 1 milhão de jovens não concluem o ensino médio até os 19 anos

Dos 3,2 milhões de brasileiros com 19 anos, 2 milhões concluíram o ensino médio, o que representa 63,5% do total, segundo levantamento do movimento Todos Pela Educação, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio de 2012 a 2018 (Pnad-C) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Do total que não concluiu o ensino médio, 62% não estão mais na escola e, desses jovens, 55% pararam de estudar no ensino fundamental.

Para o diretor de Políticas Educacionais do Todos pela Educação, Olavo Nogueira Filho, o desafio não é só garantir a permanência dos jovens no ensino médio, mas levar para a escola os que abandonaram as salas de aula. “Os indicadores mostram que temos graves problemas no ensino médio e não estamos conseguindo revertê-los. Porém, o desafio maior refere-se à educação básica. Precisamos reverter a trajetória de insucesso na educação básica”, afirmou.

Entre 2012 e 2018, conforme o levantamento, houve um crescimento de 11,8 pontos percentuais na taxa de conclusão do ensino médio até os 19 anos. Segundo Nogueira Filho, a avaliação dos dados por estado mostra que é possível melhorar o atendimento aos jovens no ensino médio. Em Pernambuco, por exemplo, a taxa dos que concluem o ensino médio até os 19 anos (67,6%) é maior do que a média nacional. “Isso mostra que é possível fazer melhor”, disse. A responsabilidade pela educação básica é dos estados e municípios. A União participa com o financiamento.

Ensino fundamental
No ensino fundamental, conforme o levantamento, as taxas de conclusão mantiveram-se estáveis no período. Essa etapa teve uma queda no número absoluto de concluintes devido à redução da população de 16 anos no país. Em 2018, foram 212.281 concluintes a menos do que em 2017, que por sua vez teve menos concluintes que o ano anterior, com uma redução de 64.058.

Qualidade
Segundo a presidente-executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, os números refletem “um patamar baixo de qualidade da educação básica” no país. “Embora o país tenha o mérito de ter avançado na oferta do acesso à escola, temos falhado em garantir qualidade do ensino para todos e com isso vamos perdendo nossas crianças e jovens pelo caminho, configurando um grave cenário de exclusão escolar”, argumentou.

O movimento defende a adoção de uma estratégia nacional e uma atuação integrada da União, dos estados e dos municípios, na educação básica – que inclui educação infantil, ensino fundamental e ensino médio. “Os indicadores demonstram que os desafios para nossos jovens concluírem a educação básica na idade certa são complexos e exigem atuação sistêmica, ou seja, com políticas públicas em várias frentes ao mesmo tempo e de forma integrada. Temos diagnósticos, temos evidências sobre quais os melhores caminhos, temos redes que estão avançando. Está na hora de priorizar as medidas que realmente podem fazer o país avançar na qualidade da educação básica”, afirmou Priscila Cruz.

O levantamento evidenciou a desigualdade no ensino. Adolescentes negros e moradores das áreas rurais têm taxas de conclusão mais baixas do que as dos brancos e de regiões urbanas em todas as etapas da educação básica. No ensino fundamental, a diferença entre negros e brancos é de 10,4 pontos percentuais e entre jovens de áreas rurais e urbanas, 12 pontos percentuais. No ensino médio, a distância se amplia para 19,8 pontos percentuais e 19 pontos percentuais, respectivamente.

A avaliação do Todos pela Educação é que o baixo índice de conclusão da educação básica na idade certa está relacionado à taxa de insucesso escolar, ou seja, a combinação da reprovação com o abandono. O levantamento mostra que, a partir do 3º ano do ensino fundamental, o final do ciclo de alfabetização, a taxa de insucesso escolar começa a se intensificar: em 2017, 10,5% dos alunos não passaram de ano. Já no 6º ano, esse índice salta para 15,5%. No 1º ano do ensino médio, de cada 100 alunos, 23 são reprovados.

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Primeira edição do Sisu 2019 deve abrir mais de 235 mil vagas

O Ministério da Educação (MEC) informou hoje (17) que o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) vai ofertar, no primeiro semestre do ano que vem, 235.476 vagas distribuídas em 129 universidades públicas de todo o país. Para concorrer ao processo seletivo, os candidatos deverão se inscrever pela internet, na página eletrônica do programa, de 22 a 25 de janeiro.

Segundo as regras do programa, para disputar a vaga, é necessário que o candidato tenha feito as provas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) de 2018 e obtido nota acima de zero na prova de redação. As pontuações individuais do Enem poderão ser consultadas a partir do dia 18 de janeiro.

O edital do Sisu permite que os candidatos se inscrevam em até duas opções de vaga, indicando, em ordem de preferência, as instituições de educação superior nas quais deseja ingressar, local de oferta, curso, turno e a modalidade de concorrência. Caso seja aprovado em ambas vagas, o estudante, porém, deve optar por uma delas.

A primeira edição do Sisu 2019 será constituída de uma única chamada regular, e o resultado será divulgado em 28 de janeiro.

O prazo para que as matrículas ou registros acadêmicos dos candidatos selecionados sejam efetuados nas instituições para as quais forem chamados será de 30 de janeiro a 4 de fevereiro.

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Ensino a distância: liberados para ensino médio, cursos EaD ainda são piores que presenciais

Defendido pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), o ensino a distância (EaD) cada vez mais se expande e se consolida no ensino superior brasileiro, e a perspectiva é de que cresça ainda mais. Desde novembro, já pode ser adotado parcialmente no ensino médio, etapa obrigatória do ciclo de educação básica do ensino.

As novas diretrizes curriculares para o ensino médio, aprovadas em novembro, limitaram o uso do EaD em até 30% da carga horária para os cursos noturnos; 20% para os diurnos e até 80% para os de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para adotar a prática, os estados, responsáveis pela formação dos currículos, precisam da aprovação dos conselhos locais, o que pode ocorrer já em 2019.

No ensino superior, a oferta de cursos de graduação e pós-graduação nesta modalidade já é regulamentada desde 1996, pela Lei de Diretrizes e Bases. No ano passado, no entanto, a assinatura do decreto 9.054/17 permitiu que instituições já credenciadas expandissem o número de polos, sem autorização prévia do Ministério da Educação. Um novo cenário se desenvolveu desde então. Antes do decreto, até 2016, havia cerca de 4.000 polos que oferecem cursos EaD; hoje, passam de 15 mil. Os cursos, no entanto, ainda apresentam indicadores de qualidade piores em relação aos presenciais.

Para Rodrigo Capelato, diretor-executivo do Semesp (entidade que reúne as mantenedoras do ensino superior),o Brasil concentra um modelo específico de EaD, sem oferecer muita diversidade, diferentemente do que há no exterior.

“Harvard e MIT entram devagar no EaD, produzindo pequenos conteúdos, por meio da plataforma edX, mas muito mesclado com as atividades presenciais e aproveita as potencialidades do EaD. Muitas vezes dá o conteúdo todo a distância, e no momento presencial o professor propõe atividade em que o aluno tem uma postura mais ativa. O professor trabalha mais como orientador ou coaching na realização de tarefas”, afirma Capelato.

As matrículas nessa modalidade também tiveram um crescimento significativo. Entre os anos de 2016 e 2017, o número de ingressantes em cursos superiores de EaD cresceu 27%, segundo o Censo da Educação Superior 2017, o mais recente. Em 2002, essa parcela de alunos somava 40.714 e representava cerca de 1% do universo total das matrículas do ensino superior; hoje são mais de 21%, o equivalente a 1,8 milhão de estudantes, de acordo com o censo.

No ano passado, 253 mil alunos concluíram a graduação em EaD, e 948 mil, no formato presencial. O censo apontou que pelo menos 258 instituições oferecem 2112 cursos a distância; há três anos eram 849 cursos em 131 universidades.

A Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed) calcula ainda que haja um grande volume pessoas fazendo cursos a distância que não são regulamentados pelo MEC e por isso não oferecem titulação. Segundo a Abed, mais de 4 milhões fazem cursos livres de curta duração de diversos temas, de idiomas à culinária, e há pelo menos 300 alunos em cursos de pós-graduação lato sensu no modelo EaD. A categoria lato sensu compreende programas de especialização, por isso ao conclui-la o estudante recebe um certificado, e não um diploma.

Quem estuda a distância no Brasil?
Os alunos matriculados nos cursos EaD têm idade média de 30 anos, são casados, trabalham e colaboram com o sustento da família, segundo dados do perfil socioeconômico extraídos do Censo da Educação Superior e tabulados pelo Semesp, entidade que reúne as mantenedoras do ensino superior.

As mensalidades custam aproximadamente um terço do valor cobrado em cursos presenciais equivalentes. A evasão, por sua vez, também é mais alta – 35% contra 28%. Estudantes dos cursos presenciais são mais jovens, têm em torno de 22 anos, são solteiros, não trabalham e contam com a família para bancar as despesas relacionadas ao estudo.

Mas e a qualidade?
Um dos pontos frágeis do ensino a distância é a qualidade. Embora a Abed afirme que diminuiu o preconceito da sociedade e do mercado do trabalho em relação ao modelo, e garanta que a qualidade do ensino a distância é similar ao do curso presencial, os números do Enade ainda mostram uma diferença de desempenho.

O Enade é uma avaliação com 40 questões aplicada pelo Ministério da Educação para medir o desempenho dos alunos no ensino superior. As notas variam de 1 a 5 (quanto maior, melhor o desempenho).

Em 2016, apenas cinco instituições detinham 58% das matrículas em EaD e, em sua maioria, ofereciam cursos com conceito Enade abaixo do patamar de 1,5 nos exames de 2015 e 2016, segundo análise de Carlos Bielschowsky, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e estudioso do tema. O que chama atenção é que essas mesmas instituições, de acordo com o professor, tinham resultados melhores no Enade para os cursos presenciais.

“Quase 60% da oferta em EaD está concentrada em poucas instituições que fazem um trabalho preocupante. Eu acho que o EaD é maravilhoso, abre portas, temos inúmeros casos de sucesso, porque é uma metodologia que inclui as pessoas de classes sociais menos favorecidas, mas infelizmente há distorções”, afirma Bielschowsky.

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Universidades públicas na Bahia divulgam vagas para o Sisu 2019.1

As inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2019.1 é só em janeiro, mas as universidades públicas da Bahia já divulgaram o quadro de vagas dos cursos disponíveis, de acordo com o G1. A inscrição poderá ser feita pelos interessados no período de 22 a 25 de janeiro de 2019, no site do Sisu. O resultado será divulgado no dia 28 de janeiro.

As matrículas da chamada regular estão previstas para acontecer entre os dias 30 de janeiro a 4 de fevereiro. Nessa fase, é importante que os candidatos respeitem os dias, horários e locais de atendimentos definidos pelas instituições. Já os que não foram convocados, poderão participar da lista de espera que vai de 28 de janeiro a 4 de fevereiro.

Confira o quadro de vagas divulgados pelas universidades baianas:

Universidade do estado da Bahia (Uneb)

A instituição estadual disponibilizará 1.226 vagas, além das 425 sobrevagas. Quanto aos cursos, os candidatos terão 81 opções de graduação. Entre eles, Ciências Contábeis, Administração, Letras/Língua Espanhola e Literaturas, Direito, História, Pedagogia, Psicologia, Jogos Digitais, Nutrição, Enfermagem, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Farmácia, Medicina, Ciências Biológicas, Matemática, Engenharia Sanitária e Ambiental, Letras/Língua Francesa e Literaturas, Educação Física, Engenharia Agronômica, Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia, Letras/Língua Inglesa e Literaturas, História, Educação Física, Geografia, Engenharia de Minas, Ciências Contábeis, Enfermagem, Teatro, Ciências Biológicas, Arqueologia, Engenharia Agronômica, Letras/Língua Portuguesa e Literaturas, Matemática, Pedagogia, História, Letras/Língua Portuguesa e Literaturas, Educação Física , Comunicação Social / Rádio e TV , Turismo, Engenharia de Pesca e Engenharia Sanitária e Ambiental.

Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs)

A instituição estadual disponibilizará 968 vagas distribuídas em 29 cursos nas áreas de Tecnologia, Exatas e Ciências, Ciências Humanas e Filosofia, Letras e Artes, Ciências Naturais e da Saúde. Entre eles 15 são bacharelados e 14 são licenciaturas, respectivamente: Engenharia Civil, Engenharia da Computação, Engenharia de Alimentos, Física, Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Direito, Filosofia, Geografia, Psicologia, Agronomia, Ciências Biológicas, Enfermagem e Odontologia; Física, Matemática, Química, Filosofia, Geografia, história, Pedagogia, Letras Língua Portuguesa, Letras com Inglês, Letras com Francês, Letras com Português e Espanhol, Música, Ciências Biológicas e Educação Física.

Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)

A instituição federal disponibilizará 1.200 vagas distribuídas em 30 cursos. Entre as opções estão Agroecologia, Agronomia, Biologia, Gestão de Cooperativas, Medicina Veterinária, Ciências Exatas e Tecnológicas, Engenharia Sanitária e Ambiental, Publicidade e Propaganda, Serviço Social, Filosofia, Letras, Matemática, Pedagogia, Enfermagem, Nutrição, Psicologia, Medicina, Interdisciplinar em Energia e Sustentabilidade, Engenharia de Tecnologia Assistiva e Acessibilidade, Engenharia de Produção, Engenharia de Materiais, Engenharia de Energias, Artes do Espetáculo, Inter. Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas, Interdisciplinar em Ciências Ambientais, Interdisciplinar em Artes (Licenciatura), Música Popular Brasileira (Licenciatura), Política e Gestão Cultural (Tecnológico) e Produção Musical (Tecnológico).

Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob)

A instituição federal disponibilizará 1.028 vagas distribuídas em 30 cursos. Entre as opções estão: Administração, Agronomia, Artes Visuais, Ciência e Tecnologia, Ciências Biológicas, Direito, Engenharia Civil, Engenharia da Biotecnologia, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Sanitária e Ambiental, Farmácia, Física, Geografia, Geologia, História, Humanidades, Matemática, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Publicidade e Propaganda e Química.

Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB)

A instituição federal disponibilizará 930 vagas distribuídas em oito cursos. Entre eles estão três opções de bacharelados interdisciplinares (BI) e quatro licenciaturas, respectivamente. Artes, Ciências e Humanidades; Artes, Ciências da Natureza, Linguagens e Licenciatura em Matemática.

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blog do marcelo




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