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:: ‘Educação’

Primeiro dia do Enem tem baixo número de faltantes

O primeiro dia do Enem teve o menor porcentual de faltantes desde 2009, segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.

Do total de 5,5 milhões de inscritos, cerca de 1,4 milhão não compareceram, o que corresponde a 24,9% do contingente. A menor porcentagem, até então, tinha sido registrada em 2011, quando 26,4% dos estudantes não fizeram as provas.

O número final de faltantes vai ser divulgado no segundo dia do exame, 11 de novembro. Aqueles que forem fazer a prova apenas no segundo dia serão considerados presentes.

O gabarito oficial será divulgado no dia 14 de novembro, enquanto o resultado sairá no dia 18 de janeiro de 2019.

Primeiro dia do Enem tem questões sobre feminismo e ditadura

O primeiro dia de provas do Enem 2018 trouxe questões que abordaram temas como o papel da mulher na sociedade, feminicídio e democracia.

Neste primeiro domingo, o aluno teve de responder 45 questões da área de linguagens, que engloba conhecimentos de língua portuguesa, literatura e língua estrangeira (inglês ou espanhol), mais 45 questões distribuídas entre geografia e história, além de uma redação no gênero disssertativo-argumentativo. Neste ano, o tema da redação foi sobre o uso de dados virtuais para manipulação do usuário da internet.

Após duas horas de prova, os primeiros estudantes começaram a deixar as salas. Na Uninove da Barra Funda, zona oeste de São Paulo, Igor Lacerda Pena, 21 anos, foi o primeiro a sair da prova do Enem. “De 0 a 10 em dificuldade, acho que a prova foi uns 7”, conta. Segundo ele, as questões abordaram temas como feminicídio e violência doméstica. Ele já cursa a faculdade e fez a prova para tentar uma bolsa em outro curso.

A estudante Rafaela Santos,17, fez a prova pela primeira vez. Algumas das questões que lhe chamaram a atenção abordaram temas como feminismo e democracia. “O tema da redação foi interessante, mas muito difícil. Acho que semana que vem vai ser mais tranquilo, porque sou mais de exatas”, conta.

Ricardo Silva, estudante de 20 anos, fez a prova pela primeira vez. Para ele, o tema da redação foi fácil: “Como foi sobre internet, que é uma coisa que temos bastante contato, foi bem tranquilo”. Ele conta que os textos de apoio foram compostos por uma imagem com dados e um texto que questionava se os algoritmos priorizavam notícias com determinado ponto de vista. Ele disse que o tema que mais lhe chamou a atenção nas questões foi feminismo e o papel da mulher na sociedade. “Tinha umas nove questões sobre isso”.

O professor de geografia Cláudio Hanse, do Descomplica, disse que as questões do Enem deste ano trouxeram maior grau de dificuldade do que nos anos anteriores. “Todo ano se vê um bom número de perguntas muito fáceis, equilibradas com outras não tão fáceis. Neste ano, houve uma queda no número de questões que podem ser consideradas muito fáceis”, analisa.

Segundo ele, os textos de apoio, as perguntas e as respostas também eram mais densos do que nos anos anteriores, exigindo uma leitura atenta do aluno. Para ele, a abordagem de temas como democracia, ditadura e feminismo voltam a aproximar o Enem de discussões atuais da sociedade, diferente do que teria ocorrido na prova de 2017.

Já o professor Eduardo Valladares, também do Descomplica, diz que a prova manteve o nível elevado e um amplo número de estilos de textos diferentes: crônica, poesia, propagandas etc. “Nas questões de linguagem, foi exigido do aluno a habilidade do domínio do texto de maneira geral, e não tópicos e conceitos específicos da linguagem”, diz.

blog do marcelo




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