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:: ‘Educação’

Universidade expulsa 27 estudantes por fraude no sistema de cotas raciais

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) expulsou 27 alunos por fraude no sistema de cotas raciais. A decisão foi tomada após abertura de processo de verificação, garantido o direito à ampla defesa dos estudantes. Os expulsos estudavam em diversas faculdades em diferentes cidades.

A Unesp passou a adotar reserva de vagas a partir de 2014. Atualmente, metade das vagas abertas pelo vestibular são disputadas somente por alunos vindos de escola pública. Dentro desse percentual, 35% são destinadas a alunos autodeclarados pretos, pardos ou indígenas.

A universidade instituiu em julho de 2017 uma comissão para avaliar as declarações raciais feitas durante a inscrição para o vestibular. Pela resolução, não existe um prazo para verificar se as informações prestadas pelo candidato são verdadeiras. O procedimento pode ser instaurado tanto por iniciativa própria da instituição como por denúncias.

Denúncias
Diversas instituições com o sistema de cotas têm enfrentando nos últimos anos denúncias de ingresso de candidatos que não se enquadram nos critérios raciais. Na Universidade Federal Fluminense (UFF), a partir de recomendação do Ministério Público Federal, foi criada uma comissão de conferência das declarações. O grupo rejeitou ao longo do ano passado 14% das matrículas dos 1.274 alunos declarados pretos, pardos ou indígenas, rejeitando 162 postulantes.

Também a partir de recomendação do MPF, a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) criou o Comitê Permanente de Controle para Acesso à Reserva de Cotas. O grupo foi restabelecido depois de denúncias dos estudantes em março de 2016.

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Procura por curso de ensino superior na modalidade ‘tecnológica’ dobra em 10 anos

O número de alunos que ingressaram em cursos de graduação tecnológica no Brasil cresceu 119,4% entre 2007 e 2017, de acordo com o Censo da Educação Superior. Foi a modalidade de educação superior que registrou o maior crescimento percentual no período.

Apesar de estar atrás dos cursos de bacharelado, que concentraram 60,1% dos ingressantes em 2017, e dos de licenciatura, que ficaram com 20,1%, os de grau tecnológico apresentaram o maior aumento percentual de procura.

No Brasil, existem três modalidades de ensino superior. Bacharelado e licenciatura têm duração similar, de em média quatro anos, podendo chegar a seis. Já os cursos tecnológicos variam de dois a três anos, mas são igualmente reconhecidos pelo MEC como graduação, podendo o aluno, depois de concluir, seguir direto para uma pós graduação, por exemplo.

O número de concluintes da modalidade tecnológica também dobrou no período, saltando de 84.341 em 2007 para 196.999 em 2017. Já as matrículas cresceram 140%.

Em 2018, foram 310.226 inscrições para cursos de graduação tecnológica no Sisu. Mais da metade delas, 51%, se concentrou nos seguintes cursos:

Análise e desenvolvimento de sistemas
Gestão pública
Alimentos
Gestão ambiental
Gestão de turismo
Radiologia
Logística
Redes de computadores
Automação industrial
Sistemas para internet

Dos 10 cursos mais procurados em 2016, apenas três aparecem nos preferidos do Sisu 2018. Gestão de recursos humanos, campeão do ranking há dois anos, e empreendedorismo, que ocupou o segundo lugar, foram dois dos que não entraram no top 10 do último Sisu. Análise e desenvolvimento de sistemas, o campeão em 2018, ocupava o terceiro lugar em 2016.

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UNEB realiza processo seletivo para contratação de pessoal (REDA) da DPE-BA; inscrições até 16/12

A UNEB, por meio do Centro de Processos Seletivos (CPS), vai realizar a seleção para contratação de pessoal, sob o regime especial de direito administrativo (REDA), da Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE-BA).

As inscrições estão abertas até o próximo domingo (16) e só podem ser efetuadas pela internet, através do site www.selecao.uneb.br/dpe. O valor da inscrição varia entre R$ 50 e R$ 70, de acordo com o cargo desejado.

Através do processo seletivo simplificado, estão sendo disponibilizadas 77 vagas para contratação imediata, sendo 41 para nível superior, 33 para nível médio ou equivalente e três para nível médio técnico.

As oportunidades estão distribuídas por todos os territórios de identidade da Bahia e em 13 cargos de nível superior, um de nível médio e um de nível médio técnico. Também haverá formação de cadastro reserva.

Em conformidade com a legislação vigente, pessoas com deficiência têm direito a 5% das vagas; pessoas negras (pretas ou pardas) a 30% das vagas; e indígenas a 5% das vagas. A veracidade do atendimento aos requisitos para ocupação das oportunidades reservadas será apurada pela instituição.

Seleção, resultado e atribuições
A seleção, que consiste em uma prova objetiva, será realizada no dia 27 de janeiro de 2019. Para todos os cargos serão exigidos conhecimentos gerais em língua portuguesa, matemática/raciocínio lógico, informática, legislação institucional e conhecimentos específicos da área em que pleiteia a vaga.

O Edital de Convocação para o exame será publicado no site do processo seletivo até o dia 17 de janeiro, já o cartão informativo será disponibilizado a partir do dia 22 do mesmo mês. A publicação do resultado final está prevista para o dia 12 de fevereiro.

Todos os cargos oferecidos contam com carga de 40h semanais. A remuneração para o cargo de Analista Técnico de Nível Superior será composta pelo salário e gratificação, totalizando o montante de R$ 2.614,65. Já para os cargos de Agente Administrativo e Técnico em Informática, salário e gratificação totalizam R$ 1.543,99.

Detalhes sobre as vagas, os requisitos básicos para os concorrentes aos cargos e a lista de cidades onde acontecerão as provas constam no edital do processo seletivo.

Informações: CPS/UNEB – tel. (71) 3117-2352 ou e-mail cps@uneb.br.

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Candidatos têm até quinta (13) para fazer inscrição no Vestibular 2019 da Uesb

Os interessados em concorrer a uma das vagas do vestibular 2019 da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) têm até quinta-feira (13) para fazer as incrições. O prazo para se candidatar, que ia até o dia 2 de dezembro, foi prorrogado pela instituição. As inscrições são feitas exclusivamente pela internet.

Segundo informações da universidade, são 47 cursos de graduação, com 727 vagas para o primeiro período letivo de 2019 e 459 para o segundo período.

Acesse aqui o edital
Metade das vagas são disputadas em ampla concorrência, e a outra metade é destinada aos candidatos cotistas. Além disso, a universidade disponibiliza três vagas adicionais por curso para quilombolas, índios ou pessoa com deficiência (uma por categoria).

Entre as opções de curso, são 22 licenciaturas e 25 bacharelados, distribuídos nos três campi. A lista completa de graduações disponíveis por campus pode ser conferida no site da Uesb.

As provas serão aplicadas nos dias 20 e 21 de janeiro, nas três cidades onde a Uesb tem campus: Itapetinga, Jequié e Vitória da Conquista. Os candidatos irão fazer provas objetivas e uma redação.

As provas objetivas serão divididas em Português (Língua Portuguesa e Literatura Brasileira), Língua Estrangeira, Matemática, Ciências Humanas (História, Geografia e Conhecimentos Contemporâneos) e Ciências da Natureza (Física, Química e Biologia). No ato de inscrição, o candidato deve escolher a opção de língua estrangeira: Inglês, Francês ou Espanhol.

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Acesso ao Fies ficou mais difícil, dizem faculdades privadas

O acesso às faculdades privadas por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) está mais difícil, de acordo com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). Segundo a entidade, das 310 mil vagas oferecidas, apenas 80,3 mil foram preenchidas, o equivalente a 26% da meta.

Para o presidente da ABMES, Janguiê Diniz, o desempenho do Fies em 2018 foi um fracasso. “Foi o pior cenário desde que foi instituído o Fies”, disse Diniz. “O programa, que devia ser social, transformou-se num programa financeiro e fiscal. Esta é a nossa maior crítica.”

O Fies está com novas regras desde o início do ano. Na modalidade em que o financiamento é oferecido pela instituição bancária, com taxa de juros determinada pelo próprio banco, foram preenchidas 500 vagas de um total de 210 mil. Já no modelo de financiamento governamental, a que se destina o restante das vagas, o aproveitamento foi de 82,1%.

Em nota, o Ministério da Educação (MEC) diz que é possível analisar apenas os dados do Fies com financiamento pelo governo. “Considerando que o ciclo de contratações do Fies 2018 ainda não [se] encerrou, o aproveitamento observado já é superior ao observado nos anos anteriores (62,6% em 2016 e 78,2% em 2017)”.

De acordo com o MEC, as novas modalidades têm características diferentes das do Fies anterior, o que impede comparações.

Criticas
Na opinião de Janguiiê Diniz, o principal gargalo do sistema é o não financiamento do custo dos cursos em sua totalidade, apesar de o governo ter estabelecido percentual de financiamento mínimo de 50% do curso escolhido.

Para ele, outro ponto controverso é que 60% das vagas sejam destinadas aos cursos prioritários (área da saúde, engenharia e licenciatura). “Isso nem sempre está em consonância com o mercado de trabalho”, disse Janguiê. As regras rígidas exigidas pelos bancos também foram citadas: “O banco trata o financiamento estudantil como uma linha de crédito qualquer.”

Uma pesquisa feita pela entidade com o público-alvo do Fies revela que, para 51% dos interessados, o acesso ao programa do governo federal ficou mais difícil em 2018. O levantamento mostrou ainda que 40% dos entrevistados não têm condições de fazer uma graduação sem bolsa de estudos ou financiamento estudantil. Para 94% dos estudantes, é responsabilidade do governo federal prover políticas públicas de acesso à educação superior.

Diante das dificuldades enfrentadas com o Fies, 48% dos entrevistados responderam que preferem obter uma bolsa ou desconto diretamente com a faculdade; 22% que optam pelo Fies e 24% que não têm preferência ou considerariam qualquer uma das opções. Para 6%, o financiamento privado seria a primeira escolha.

Em nota, o MEC destaca que a reforma do Fies respeita determinação do Tribunal de Contas da União de buscar a redução da dependência do programa dos recursos do Tesouro Nacional e garantir sustentabilidade financeira e a governança do programa. O objetivo é “viabilizar uma política de acesso ao ensino superior mais ampla, que seja eficaz e que atenda melhor o estudante”, diz a nota.

A nota responde às críticas ao Fies com financiamento privado, dizendo que “se trata de uma modalidade de financiamento ainda em desenvolvimento, com alto potencial de crescimento e que tem contado com o apoio do MEC e das instituições financeiras participantes. Para o ano de 2019, espera-se o fortalecimento da modalidade, com a entrada de mais dois bancos financiadores do P-Fies”.

Próximo governo
Janguiê Diniz informou que se encontrará na primeira quinzena de dezembro com o presidente eleito Jair Bolsonaro para debater novas propostas para o Fies. Segundo o presidente ABMES, o objetivo é pedir que o governo financie 100% das mensalidades de todos os estudantes e que inclua a modalidade de ensino a distância. Outra ideia é que as instituições de ensino ofereçam descontos “substanciais e perenes”, que variem entre 20% e 30% do valor do curso.

Não opinião de Diniz, as regras rígidas impostas pelos bancos também têm que ser revistas. A ideia é que o aluno que tenha 100% do financiamento comece a pagar as parcelas de amortização da dívida já durante o curso.

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Inep registra índice de abstenção no Enade de 16,2%

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou um balanço positivo da realização do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) em 1.385 municípios de todo o país.

“Não tivemos nenhuma ocorrência grave”, disse Maria Inês Fini, presidente do Inep. Apenas seis estudantes tiveram a prova eliminada, por portar aparelho celular no momento da aplicação. Em apenas três locais houve interrupção da prova por causa da queda de fornecimento de energia elétrica.

Conforme o instituto, vinculado ao Ministério da Educação, 461,8 mil alunos realizaram provas em 27 áreas do conhecimento. Quase 89 mil estudantes (88.997) deixaram de fazer a prova. O índice de abstenção foi de 16,2% menor do que o verificado na edição de 2015 do exame (18,6%).

As provas foram aplicadas em estudantes formandos nas áreas de ciências sociais aplicadas, ciências humanas e em cinco áreas de cursos superiores de tecnologia.

Os exames são aplicados em sistema de rodízio de área de conhecimento. Os grupos de provas são aplicados a cada triênio. No próximo ano, a previsão é de provas na área de saúde, ciências agrárias e quatro outras áreas de cursos superiores de tecnologia.

Segundo Fini, a aplicação em 2019 está garantida independentemente da mudança de governo. “É uma política de Estado”, lembrou ao elencar os diversos exames que o Brasil passou a realizar nas últimas duas décadas.

O gabarito das questões objetivas e os critérios de correções discursivas serão divulgados pelo Inep na próxima quarta-feira (28). Os resultados individuais do desempenho dos estudantes nas provas e as avaliações dos cursos serão divulgados em 30 de agosto do próximo ano.

O edital de convocação do Enade prevê que os alunos que tenham perdido a prova neste domingo (25) poderão pedir dispensa do exame. O prazo para solicitação é de 2 a 31 de janeiro de 2019.

A regra do exame estabelece dispensa para estudantes que no momento da prova estiveram trabalhando, realizando algum concurso público ou foram internados ou receberam atendimento médico de emergência.

Governador recua após decisão de fechar escolas na Bahia

O governador Rui Costa (PT) recuou, decidiu suspender o fechamento de escolas estaduais na Bahia e prometeu reavaliar o tema diante da manifestação da Associação dos Professores Licenciados do Brasil (APLB-BA) e da classe estudantil. Segundo a gestão estadual, a medida, inicialmente, tinha como objetivo reorganizar a estrutura dos colégios pelo fato de ter muitas escolas numa mesma região ou do funcionamento de unidades em prédios alugados.

A informação foi anunciada por José Eduardo, durante o Jornal da Bahia No Ar da Rádio Metrópole. Em entrevista ao programa, o presidente do sindicato da categoria, Rui Oliveira, convocou a categoria de educadores e estudantes para atos pela cidade, em regiões como Dique do Tororó, Piedade e Suburbana.

“Reordenamento significa fechar escolas e otimizar recursos. Só que educação e aluno não é mercadoria. Se você fecha uma escola, tira o convívio todo com os professores e o aprendizado. Essa que é a diferença”, afirmou o representante da APLB-BA. O governo avalia, até a próxima terça-feira (27), anunciar detalhes e os novos posicionamentos em relação ao tema.

Ministério da Educação divulga regras e datas do Sisu 2019

O Ministério da Educação publicou nesta quinta-feira (22/11) as regras da edição do primeiro semestre de 2019 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2019. O documento, que foi publicado no Diário Oficial da União, também informa as datas de inscrições e resultado.

As inscrições para o Sisu 2019/1 ficarão abertas entre os dias 22 e 25 de janeiro. O sistema continuará divulgando apenas uma chamada regular, que será no dia 28 de janeiro.

Os selecionados na chamada regular do Sisu 2019/1 deverão efetuar matrícula nas instituições de ensino superior públicas entre os dias 30 de janeiro e 4 de fevereiro.

Poderão participar os estudantes que fizeram as provas do Enem 2018 e obtiveram nota acima de zero na redação. O resultado do Enem 2018 será divulgado no dia 18 de janeiro.

Os candidatos poderão escolher até duas opções de vaga, indicando, em ordem de preferência, as suas opções de instituição, com local de oferta, curso e turno, e a modalidade de concorrência.

Cronograma Sisu 2019/1

Inscrições: 22 a 25 de janeiro
Resultado: 29 de janeiro
Matrículas: 30 de janeiro a 4 de fevereiro

Estudante poderá escolher área a ser avaliada no segundo dia do Enem

Os estudantes inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderão escolher qual avaliação farão no segundo dia do teste. No primeiro dia, será cobrado o conteúdo comum ensinado a todos os estudantes do país. O novo modelo foi apresentado hoje (20) pelo ministro da Educação, Rossieli Soares. O exame, no entanto, não será mudado no ano que vem, o que deve ocorrer em 2021.

As mudanças são necessárias para adequar o Enem ao novo ensino médio, cuja lei foi aprovada em 2017. Pela nova lei, os estudantes passarão por uma formação comum a todo o país, definida pela chamada Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que ainda está em discussão no Conselho Nacional de Educação (CNE), e por uma formação específica, que poderá ser em linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ensino técnico.

O Enem seguirá o mesmo modelo. No primeiro dia, será cobrada a BNCC e, no segundo, o estudante será avaliado de acordo com o itinerário escolhido. “O Enem tem que ser reflexo do ensino médio que a gente deseja. Se vai ter flexibilidade, o itinerário não é só aprofundamento, são caminhos diferenciados, tem que fazer avaliação desses itinerários”, disse Rossieli Soares.

As mudanças no Enem estão previstas nas novas Diretrizes Curriculares Nacionais do ensino médio, homologadas nesta terça-feira pelo ministro.

Para entrar em prática, no entanto, é preciso que a BNCC seja aprovada pelo CNE. O Ministério da Educação (MEC) pretende ver a Base Nacional Curricular aprovada ainda este ano, mas isso depender da agenda do CNE.

Questionado sobre a possibilidadede as mudanças previstas no Enem não serem implementadas no próximo governo, o ministro Rossieli Soares disse que, para isso, o novo presidente teria que mudar as normas vigentes. “Cabe ao novo governo avaliar e implementar as políticas, mas o que é normal é que deve ser cumprido, a não ser que ele mexa na norma. As diretrizes são normas que estarão vigentes para o Brasil, então, deverão ser seguidas em todo o Brasil”, afirmou o ministro.

Ele ressaltou que muito da implementação do novo ensino médio caberá ao novo governo, que terá que cuidar da escolha dos livros didáticos, da formação de professores e de novas avaliações da etapa. “A construção da matriz de avaliação, a construção real do Enem e do novo Enem caberá ao novo governo, que deverá, nos primeiros anos fazer um série de construções.”

Até o fim do ano, o governo deve definir os referenciais que serão usados pelas as escolas e as redes de ensino na oferta dos itinerários formativos. Pelas novas diretrizes, os itinerários deverão estar organizados, cada um deles seguindo os seguintes requisitos: investigação científica, processos criativos, mediação e intervenção sociocultural e empreendedorismo. Cada município deverá ofertar pelo menos dois itinerários em áreas distintas para que os estudantes possam escolher.

Estudantes poderão renovar o Fies até o dia 23

Estudantes beneficiados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) devem renovar os contratos até o dia 23 de novembro. O prazo, que terminaria hoje (16) foi prorrogado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Devem fazer o aditamento aqueles que contrataram o Fies até 31 de dezembro de 2017. Neste semestre, cerca de 890 mil contratos devem ser renovados, de acordo com o FNDE.

A renovação do contrato é feita pelo sistema SisFies. Segundo o FNDE, o prazo foi estendido para que nenhum estudante com contrato a ser renovado fique de fora. “Em virtude do feriado, decidimos dar mais prazo para que todos consigam concluir o processo de aditamento no sistema”, diz o presidente do FNDE, Silvio Pinheiro, em nota enviada pela autarquia.

O FNDE ressalta ainda na nota que é “fundamental que os alunos acessem o SisFies o quanto antes e não deixem para a última hora”.

Os contratos do Fies precisam ser renovados todo semestre. O pedido de aditamento é inicialmente feito pelas instituições de ensino para, depois, as informações serem validadas pelos estudantes no sistema.

Caso o aditamento tenha alguma alteração nas cláusulas do contrato, o estudante precisa levar a nova documentação ao agente financeiro, que é o Banco do Brasil ou a Caixa Econômica Federal, para finalizar a renovação. Já nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema.

Contratos de 2018

Os estudantes que aderiram ao Novo Fies e contrataram o financiamento em 2018 devem seguir o cronograma da Caixa, que é o Agente Operador do Novo Fies.. Segundo a Caixa, aproximadamente 50 mil estudantes assinaram contratos do Novo Fies no primeiro semestre de 2018. O prazo para esses estudantes vai até 30 de novembro. O aditamento é feito no site da Caixa. O novo Fies, lançado no ano passado, tem modalidades de acordo com a renda familiar.

A modalidade Fies têm juro zero para os candidatos com renda mensal familiar per capita de até três salários mínimos. Nesse caso, o financiamento mínimo é de 50% do curso, enquanto o limite máximo semestral é de R$ 42 mil e é bancado pelo governo.

A modalidade chamada de P-Fies é para candidatos com renda familiar per capita entre 3 e 5 salários mínimos. Nesse caso, o financiamento é feito por condições definidas pelo agente financeiro operador de crédito, que pode ser um banco privado ou fundos constitucionais e de desenvolvimento.

blog do marcelo




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