Tem sido comum em Vitória da Conquista a ocorrência de acidentes com trabalhadores da coleta de lixo. O motivo é o descarte incorreto de objetos cortantes e pontiagudos que acabam ferindo no ato de recolhimento dos resíduos domésticos. De acordo com a Secretaria Municipal de Serviços Públicos, em 2019, foram 13 ocorrências. Mas, somente em janeiro deste ano, já foram registrados oito acidentes.

Faça sol ou chuva, esses profissionais seguem um cronograma que atende às áreas urbana e rural. Percorrem muitos quilômetros diariamente, retirando o lixo das ruas e joga-o nos caminhões. Cerca de seis mil toneladas de lixo são recolhidas por mês na cidade. Durante a coleta, muitos materiais encontrados não estão embalados corretamente.

Cacos de vidro (garrafas, copos ou lâmpadas quebradas), lâminas, latas de alumínio, palitos de espetinho e até agulhas hipodérmicas (utilizadas em seringas) são os mais comuns a provocarem os acidentes com os servidores, mesmo utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s).

“Para contribuir com a segurança desses trabalhadores, a população pode e deve colaborar. Objetos cortantes, como cacos de vidros, devem ser embrulhados em jornais ou revistas, ou mesmo em papelão, antes de serem depositados nos sacos plásticos comuns”, orienta Poliana Aguiar, responsável pelo núcleo de Segurança do Trabalho da empresa Torre, que administra a coleta de lixo na cidade.

Utilizar embalagens “pet” ou “tetra pak” também pode ser uma opção para isolar esse tipo de objeto do lixo comum. Outra dica é sinalizar, em local visível, que na caixa ou no saco de lixo existem objetos cortantes. “É um cuidado simples com as pessoas que trabalham pelo bem-estar de toda a população. Todos deveriam ter essa consciência”, afirma o secretário municipal de Serviços Públicos, Luís Paulo Sousa.

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