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:: ‘Brasil’

Fatalidade: Motociclistas morrem atropelados por carreta após ultrapassagem pela esquerda

Duas pessoas morreram em um acidente na BR-364, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, nesta sexta-feira (2). Paulo Sérgio da Silva, de 49 anos, que conduzia uma motocicleta, Gilberto Pereira da Silva, de 26 anos, e que estava na garupa, foram atropelados por uma carreta. A carreta passou por cima deles e as vítimas morreram no local do acidente. O motorista da carreta se apresentou à polícia e alegou que descia pela rodovia ao lado de um caminhão quando o motociclista ultrapassou indevidamente pela esquerda. Ele afirmou que não conseguiu frear e atropelou as vítimas.

Outra versão apurada pela polícia é a de que quando no motorista da carreta teria atropelado as vítimas depois que tentou desviar de um caminhão baú. Uma equipe da perícia está no local do acidente avaliando as circunstâncias do atropelamento e deve emitir um laudo sobre as causas. A pista foi interditada por causa do acidente.

Veja as principais manchetes dos jornais deste domingo (04)

A Tarde
Corpo de policial militar é encontrado próximo a carro incendiado

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Veja as principais manchetes dos jornais deste sábado (03)

A Tarde
Droga avaliada em R$ 200 mil é encontrada em imóvel em Cândido Sales

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RJ: “Para desarmar bandido com fuzil, só tiro na cabeça”, diz conselheiro de Wilson Witzel

Turmas de 20 policiais civis e militares em aulas de oito horas por dia, de segunda a sábado, durante um mês, antes de ir para as ruas. Assim, o governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), pretende preparar nos batalhões e nas delegacias especializadas grupos dos chamados “atiradores designados” para “abater” portadores de fuzil. Em entrevista ao G1, o principal conselheiro do governador sobre a questão dos atiradores, Flávio Pacca, explicou como o futuro governo pretende treinar policiais para a estratégia.

Os grupos de atiradores a serem criados no RJ se diferenciam dos tradicionais snipers, utilizados, como visto em filmes, para atirar em sequestradores para libertar pessoas sob a mira de uma arma ou em inimigos em guerras. Segundo Witzel, o criminoso com fuzil não precisaria ter ninguém na mira de uma arma para ser “abatido”, o que, para o ministro da Segurança Pública Raul Jungmann, ainda não é permitido por lei. A ideia dos assessores do governador para o tema é que esses atiradores de elite se assemelhem mais aos chamados caçadores das Forças Armadas: entrem nas comunidades e deem tiros em traficantes ou milicianos que resistam à entrada policial.

Pacca, de 57 anos, é inspetor e instrutor de tiro da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Colega de turma do governador eleito no curso de Direito do Instituto Bennett, no Flamengo, Zona Sul do Rio, e derrotado nas eleições para deputado federal pelo partido do ex-juiz (o PSC), Pacca quer trazer para a polícia carioca a experiência que adquiriu em treinamentos que teve na Polícia Federal, em Brasília. “Qual a única forma de retirar o fuzil das mãos dessas pessoas nas comunidades? Desafio que alguém me dê uma solução de como neutralizar alguém com esse armamento na rua. Quando qualifico o policial, eu protejo a comunidade”, explicou Flávio Pacca. A atual onda de contextações à proposta teve início na terça-feira (30), quando o governador Witzel esteve no programa “Estúdio I”, da GloboNews. Na ocasião, o ex-juiz afirmou que treinaria snipers para abater, até de helicópteros, quem estivesse numa favela portando um fuzil.

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Garota é internada em estado grave após fazer procedimento estético nos glúteos

Mais um caso de complicação decorrente de procedimento estético suspeito vem à tona: a comerciante Angela Pedrosa, de 25 anos, está internada em estado grave no Hospital Rocha Faria há 15 dias. Ela quis aumentar o bumbum pela segunda vez e se submeteu a aplicações na própria casa, no último dia 17, e desde então não sai do hospital.

A jovem teria dito à mãe, Ana Cláudia, que faria uma drenagem. A família era contra o aumento dos glúteos.

“Meia hora depois, uma hora mais ou menos, ela falou assim: ‘Mãe, vem aqui que você vai ver um negócio.’ Quando eu entrei, a mulher já estava com aquele monte de agulhas enfiadas nos glúteos”, lembra Ana Cláudia. “Passou uma hora, ela falou: ‘Estou sentindo muita dor’”, emenda.

O relatório médico mostra que Angela procurou o Hospital Municipal Rocha Faria, em Campo Grande, horas depois da aplicação. A comerciante entrou na Emergência com infecção grave no bumbum, que virou necrose.

Ela ainda foi transferida para o Hospital Barata Ribeiro, na Mangueira, unidade de baixa e média complexidade. Mas, como Angela piorou, ela voltou para o Rocha Faria já com infecção generalizada.

Parentes de Angela acusam a massoterapauta Simone Costa, que fez a aplicação, de ter desaparecido e procuraram a polícia. O caso foi registrado como lesão corporal.

Brasil: Juíza federal Gabriela Hardt substitui Sérgio Moro provisoriamente na Lava-Jato

O juiz Sérgio Moro ainda dará “maiores detalhes”, como prometeu em nota, sobre o trabalho no superministério da Justiça e da Segurança Pública, que comandará no governo de Jair Bolsonaro. O comando da operação Lava-Jato, enquanto isso, deve ir interinamente para a juíza Gabriela Hardt, também da da 13ª Vara Federal de Curitiba. Hardt é juíza federal substituta desde 2009. Começou a carreira de magistrada em Paranaguá (PR). Caberá a ela interrogar o ex-presidente Luís Inácio Lula no próximo 14/11, em depoimento sobre o processo envolvendo o sítio de Atibaia.

A magistrada já substituiu Moro outras vezes. Em uma das mais destacadas, quando o juiz viajou para Nova York em maio, Hardt mandou prender o ex-ministro José Dirceu. O ex-poderoso petista, conseguiu, em seguida, um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF). A troca de Moro por Hardt, contudo, será temporária: ela é juíza substituta. Com a exoneração de Moro, o presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), Thompson Flores, deve abrir procedimento interno e consulta aos juízes titulares vinculados à corte que tenham interesse em assumir a 13ª Vara. Assim, o juiz a ocupar a cadeira de Moro será aquele com mais tempo de magistratura.

Veja as principais manchetes dos jornais desta sexta-feira (02)

A Tarde
Vereador baiano é baleado por marido de amante

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O juiz federal Sérgio Moro aceitou nesta quinta-feira (1º) o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para chefiar o Ministério da Justiça. Os dois estiveram reunidos nesta manhã no Rio de Janeiro. Moro chegou na casa de Bolsonaro, na Barra da Tijuca, um pouco antes das 9h. Ele veio de Curitiba em voo de carreira e sem seguranças. Após o encontro, Moro divulgou nota dizendo que aceitou “honrado” o convite. Moro disse, ainda, que aceitava o cargo com “certo pesar” pois terá que abandonar a carreira de juiz após 22 anos de magistratura.

“No entanto, a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito a Constituição, a lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão”, escreveu Moro. “Na prática, significa consolidar os avancos contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior”, concluiu. Segundo o juiz, a Operação Lava Jato seguirá em Curitiba “com os valorosos juízes locais”. Ele disse que desde já vai se afastar de novas audiências.

Durante voo de Curitiba para o Rio de Janeiro, Sergio Moro afirmou à reportagem da TV Globo que não havia nada definido e que aceitar o convite para assumir o ministério dependia de agenda anticorrupção e anticrime organizado para o país. “Se houver a possibilidade de uma implementação dessa agenda, convergência de ideias, como isso ser feito, então há uma possibilidade. Mas como disse, é tudo muito prematuro”, afirmou Moro. Moro é o quinto ministro anunciado pelo governo Bolsonaro. Outros quatro já foram anunciados: Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Paulo Guedes (Economia), general Augusto Heleno (Defesa) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

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VÍDEO: Governador eleito do RJ formará grupo de “snipers” para “abater” bandidos de fuzil

Eleito governador do estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, do PSC, afirmou em entrevista ao programa Estúdio I, da GloboNews, nesta terça-feira (30), ter solicitado levantamento de quantos “snipers” – atiradores de elite – existem em unidades especiais das polícias Militar e Civil. Witzel, que é ex-juiz federal e foi eleito para o Palácio Guanabara com quase 60% dos votos válidos, também anunciou que irá pedir ao governo federal a manutenção de decreto de Garantia da Lei e da Ordem por mais dez meses. Ao tratar dos atiradores de elite das corporações, Witzel respondeu a pergunta sobre uma de suas propostas que buscou enfatizar durante a campanha: abater criminosos que estejam com fuzis.

Na sequência, o governador eleito foi confrontado com casos no Rio em que pessoas com furadeiras e guarda-chuvas foram baleadas e mortas por policiais militares. Witzel argumentou que os tiros não foram dados por “militares preparados”. Witzel lembrou, então, o flagrante na manhã desta terça, no qual o Globocop registrou homens armados de fuzil disparando contra um blindado da polícia na Cidade de Deus, Zona Oeste. “Tinha cinco elementos de fuzil. Ali, se você tem uma operação em que os nossos militares estão autorizados a fazer o abate, todos eles seriam sido eliminados”, disse. Questionado, o governador acrescentou que policiais especializados em disparos precisos e a longa distância também poderão ser colocados em helicópteros para efetuar os disparos. “Quem vai dizer são os técnicos que vão montar as operações”, explicou. Assista:

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Veja as principais manchetes dos jornais desta quinta-feira (01)

Diário Bahia
Demissões e greve selam crise no governo Fernando Gomes

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blog do marcelo




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