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Conquista: Veículo roubado no Rio de Janeiro é recuperado pela PRF na BR-116

O fato foi registrado por volta das 11h, no KM 830 da BR 116. Durante fiscalização rotineira, os PRFs abordaram um Fiat/Mobi para verificação. No decorrer dos procedimentos, perceberam sinais de inautenticidade em dois Certificados de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLVs) apresentados pelo condutor. Posteriormente, através de minuciosa identificação veicular, os agentes federais constataram que o automóvel na verdade transitava com placas clonadas de um FIAT/MOBI de características semelhantes, tendo em vista que suas placas originais possuem registro de roubo.

A ocorrência foi datada em junho de 2017, no Rio de Janeiro (RJ). Questionado pelos policiais, o condutor relatou ter adquirido o veículo por uma quantia à vista acrescida de mais 34 prestações, não sabendo de qualquer irregularidade. O homem de 59 anos foi encaminhado juntamente com o veículo e os documentos apreendidos à delegacia de polícia judiciária local, onde serão adotadas as medidas cabíveis.

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Grupo de amigos morre após carro em que estavam ser arrastado em Coaraci

Três corpos foram encontrados na manhã desta terça-feira (4/12) em um riacho no distrito de Itamotinga, no município de Coaraci, a 452 km de Salvador. De acordo com a Polícia Civil, as vítimas morreram na noite da última segunda-feira (3/12), após o carro em que estavam ter sido arrastado pela enxurrada que caiu na região.

Roniele Silva dos Santos, de 26 anos, Edivan Oliveira de Carvalho, 40 e José Milton de Jesus Martins, 55, morreram na hora. Um quarto passageiro, de identidade ainda não conhecida, escapou e sofreu ferimentos leves.

Agentes da 6ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin/Itabuna) disseram que o veículo foi localizado por familiares durante buscas. O grupo de amigos seguia para uma fazenda no momento do acidente. Os corpos das vítimas foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Itabuna.

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CNE aprova nova base nacional curricular para o ensino médio

O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou hoje (4) a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino médio. O documento define o conteúdo mínimo que será ensinado em todas as escolas do país, no ensino médio, públicas e privadas.

Na prática, a BNCC deverá ser implementada até 2020. “A grande diferença do ensino médio a partir de agora é uma mudança, um ensino médio que não é mais o mesmo ensino médio para todo mundo. Ele precisa trabalhar com diferenças que existem do ponto de vista regional e até individual do próprio estudante”, diz o presidente da comissão da BNCC no CNE, Eduardo Deschamps.

A partir da BNCC, os estados, as redes públicas de ensino e as escolas privadas deverão elaborar os currículos que serão de fato implementados nas salas de aula. Para isso, terão dois anos.

A BNCC tem como norte o novo ensino médio, aprovado em lei em 2017, que entre outras medidas, determina que os estudantes tenham, nessa etapa de ensino, uma parte do currículo comum e outra direcionada a um itinerário formativo, escolhida pelo próprio aluno, cuja ênfase poderá ser em linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ensino técnico.

“Vemos esse processo como um ganho para a educação brasileira”, diz a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Kátia Smole. Segundo ela, governo se preparou para apoiar os sistemas de ensino e as redes estaduais no processo de implementação da BNCC. “Vamos seguir acompanhando enquanto estivermos aqui”, enfatiza.

Discussão
O documento foi aprovado hoje por 18 votos favoráveis e duas abstenções: do ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), professor Chico Soares e da conselheira Aurina Santana.

A BNCC começou a ser discutida no governo de Dilma Rousseff e, após o impeachment, o documento foi modificado pelo governo de Michel Temer, o que gerou uma série de protestos. As sessões de discussão do documento no CNE têm sido conturbadas. Duas das cinco audiências públicas, em São Paulo e em Belém, foram canceladas.

Ontem (3), Chico Soares, que era relator do documento, deixou a relatoria. O Conselheiro Joaquim Soares Neto assumiu no lugar dele. “Sou completamente favorável a que haja uma Base que especifique os direitos do país, no entanto, nesse momento, estamos deixando de fora uma estrutura, para mim essencial”, disse Soares, que foi um dos únicos que se absteve na votação hoje. O conselheiro explica que a BNCC traz uma nova proposta de educação que não é mais estruturada em disciplinas, como é hoje.

Isso, segundo ele, encontrará várias barreiras para ser implementado, incluindo a alocação de professores. A BNCC não contempla os itinerários formativos que poderão ser escolhidos pelos estudantes. Nessa etapa da formação, a questão das disciplinas terá dificuldade maior de implementação, na avaliação de Soares.

Presente na reunião de hoje, a secretária-executiva do Movimento pela Base Nacional Comum Curricular, Alice Ribeiro, disse que houve avanços importantes comparando o documento da BNCC apresentado em abril e o documento final. Segundo ela, as redes de ensino passarão a contar com “a faca e o queijo na mão”, para implementar o novo ensino médio.

Implementação
Após revisão, a BNCC será encaminhada ao MEC e já tem data prevista para ser homologada, no dia 14 de dezembro. Junto com a homologação, segundo Kátia, o MEC apresentará os referenciais para que servirão de norte para as redes de ensino implementarem os itinerários formativos.

Os estados, que detêm a maior parte das matrículas do ensino médio, terão um ano para fazer o cronograma da implementação da BNCC e um ano para implementá-la, ou seja, o documento deverá chegar na prática, nas escolas, até 2020. Após a implementação, o documento será revisto em três anos, em 2023.

Ainda terão que ser adequados ao novo ensino médio, os livros didáticos, a formação de professores e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

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Brasil é 79º país mais impactado por eventos climáticos extremos

O Brasil é o 79º país do mundo, entre 168 países, mais impactado por eventos climáticos extremos, como tempestades e ciclones tropicais, em 2017. O país subiu 10 posições em relação ao ranking do ano anterior do chamado Índice Global de Risco Climático.

A informação foi divulgada nesta terça-feira (4) pela organização ambiental alemã Germanwatch durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. O evento está sendo realizado em Katowice, Polônia, até o dia 14 de dezembro.

De acordo com o relatório, de 1998 a 2017, mais de 145 mil pessoas morreram no Brasil devido a eventos climáticos. Só no ano passado foram pelo menos 30 mortes. Em 20 anos, a média anual dos custos financeiros das catástrofes para o país soma mais de US$ 1,7 milhão.

O estudo considera o quanto os países foram impactados por eventos climáticos no ano passado e no período de 1998 a 2017. A pesquisa concluiu que oito em cada dez nações afetadas por catástrofes climáticas são pobres ou em desenvolvimento.

Mundo
Em todo o mundo, o ano e 2017 foi o que mais registrou perdas relacionadas ao clima na história. O relatório mostra que 526 mil pessoas morreram em mais de 11,5 mil desastres naturais de 1998 a 2017. As perdas financeiras neste período somaram US$ 3,47 trilhões.

Porto Rico, Sri Lanka e República Dominicana lideraram o ranking de catástrofes no ano passado. O furacão Maria foi o principal evento que atingiu Porto Rico e República Dominicana, tirando a vida de mais de 3 mil pessoas nesses países.

No caso do Sri Lanka, o impacto climático foi causado pelas enchentes e desmoronamentos provocados pelas chuvas de monção. Considerando os últimos 21 anos, Porto Rico se mantem na liderança, seguido de Honduras e Myanmar, afetados por furacões e ciclones.

Os Estados Unidos, que subiram 16 posições no ranking, e estão no 12° lugar no índice de 2017, com 389 fatalidades e perdas de US$ 173,8 bilhões.

Os pesquisadores explicam que o índice indica o nível de exposição e vulnerabilidade a eventos climáticos, mas não necessariamente permite avaliar as projeções futuras e possibilidades de novas ocorrências. Eles esclarecem ainda que nem todos os impactos podem ser atribuídos à alteração da temperatura.

Contudo, os autores alertam que as catástrofes podem aumentar em quantidade e gravidade se o clima continuar aquecendo e que, além de trabalhar para mitigar a alteração do clima, é importante focar em como evitar perdas e danos nas negociações internacionais que estão em curso durante a COP 24, na Polônia.

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Sudoeste: Situação em Jequié é dramática após forte temporal nesta madrugada. VÍDEO

As fortes chuvas que caíram em Jequié nesta segunda-feira (3) provocaram diversos prejuízos à população. No Parque do Sol, casas foram atingidas pelo vento e tiveram seus telhados retirados, na região do Cohin, Rua José João Duarte (Joaquim Romão), o calçamento ficou parcialmente destruído, no Barro Preto o nível de água do córrego subiu e invadiu residências, Feirinha do Joaquim Romão e Centro de Abastecimento Vicente Grillo ficaram alagados, o forro de uma revendedora de automóvel, na Rua Landulfo Caribé desabou. Assista um vídeo que circula nas redes sociais.

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Reforço no policiamento em Vera Cruz visa a chegada do verão

Com foco na prevenção à violência durante o final de semana, a Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE/Pólo Industrial), em apoio à 5ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Vera Cruz), realizou no sábado (1) e domingo (2), rondas e abordagens para inibir ações de criminosos e impedir o tráfico de drogas no município de Vera Cruz, na Ilha de Itaparica.

De acordo com o comandante da Cipe Polo, major Orlando Rodrigues Pereira Filho, ações de policiamento tático especializado são feitas periodicamente com foco na redução do número de crimes nas áreas mais violentas. “Graças ao trabalho que estamos fazendo, obtivemos um ótimo resultado na redução das ocorrências”, explicou.

“É importante a intensificação do nosso trabalho pois, o verão está chegando e grande parte dos turistas buscam a ilha para passar as férias”, declarou o major, lembrando que no último sábado (1), nenhuma morte violenta foi registrada na capital e na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

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Milagres: Chuva causa estragos em 40 minutos de temporal: ‘nunca vi isso’, diz prefeito

As chuvas que caíram em Milagres, no Vale do Jiquiriçá, nesta segunda-feira (3) causaram estragos em várias ruas da cidade. As precipitações ainda continuam nesta terça-feira (4). Segundo o prefeito Cézar Rotondando Machado, o temporal desta segunda começou por volta das 16h e após 40 minutos várias ruas já estavam alagadas. Trechos como a entrada da cidade, na BR-116, a Cascalheira e a avenida do hospital ficaram deterioradas. “Olha, não tem rua da cidade que não foi afetada. Em uma hora de chuva foi um arraso total. Eu nunca tinha visto isso antes, mesmo nascido e criado aqui”, disse o gestor ao Bahia Notícias.

As chuvas que caíram em Milagres, no Vale do Jiquiriçá, nesta segunda-feira (3) causaram estragos em várias ruas da cidade. As precipitações ainda continuam nesta terça-feira (4). Segundo o prefeito Cézar Rotondando Machado, o temporal desta segunda começou por volta das 16h e após 40 minutos várias ruas já estavam alagadas. Trechos como a entrada da cidade, na BR-116, a Cascalheira e a avenida do hospital ficaram deterioradas. “Olha, não tem rua da cidade que não foi afetada. Em uma hora de chuva foi um arraso total. Eu nunca tinha visto isso antes, mesmo nascido e criado aqui”, disse o gestor ao Bahia Notícias.

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Pesquisador faz alerta para aumento de infecções por superfungos

As infecções hospitalares causadas por fungos multirresistentes devem se tornar cada vez mais comuns, segundo o pesquisador do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo João Nóbrega de Almeida Jr. “Se existe a superbactéria, existe o superfungo também”, disse o especialista, em entrevista à Agência Brasil, ao comparar os fungos resistentes à superbactéria KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase).

Recentemente, Almeida publicou um artigo no jornal científico Transplant Infectious Disease sobre o primeiro caso de um paciente contaminado pelo fungo Lomentospora prolificans na América do Sul. O rapaz havia feito transplante de medula há cerca de um mês quando foi infectado pelo fungo e acabou morrendo em decorrência da contaminação.

Segundo o pesquisador, o fungo só é capaz de afetar pessoas com o sistema imunológico comprometido. No entanto, caso a contaminação aconteça, a letalidade é de mais de 80%. Como ainda existem poucos laboratórios preparados para identificar esse tipo de infecção, Almeida acredita que possa haver casos não registrados. “Esse fungo não deve ter em grande quantidade no ambiente, como em outros países, mas também porque os nossos laboratórios não são habilitados para fazer o diagnóstico”, afirma.

Existem, entretanto, outros fungos que apresentam uma ameaça maior por poderem infectar não só pacientes com o sistema imunológico fragilizado, mas em situação delicada de internação, como em unidades de tratamento intensivo. Esse é o caso do Cândida auris.

MUDANÇAS CLIMÁTICAS

As infecções hospitalares por fungos têm se tornado mais comuns devido ao aumento da resistência de algumas variedades desses organismos. Segundo Almeida, há indícios que o surgimento dos fungos multirresistentes está ligado ao uso de defensivos agrícolas. “A gente acredita [que o surgimento dos fungos multirresistentes acontece] principalmente pelo uso de antifúngicos fora do ambiente hospitalar. Na agricultura, por exemplo, nas plantações, os fungos são os principais biodecompositores, vão destruir verduras, plantas”, destaca.

As mudanças climáticas também parecem ter, de acordo com o pesquisador, uma contribuição para o aparecimento de espécies que não são afetadas pela medicação existente. “O aquecimento global. As alterações climáticas vão favorecer o aparecimento de fungos que crescem em temperaturas maiores. E os fungo que crescem em temperaturas maiores são os potencialmente patogênicos, porque o nosso corpo tem temperatura de 36 graus”, acrescentou.

Apesar da expansão do problema, Almeida enfatiza que não há risco para a população em geral. São os sistemas de saúde que precisam se preparar para lidar com as novas possibilidades de infecção dentro dos hospitais.

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Viralizou: Homem leva mordida de jacaré ao imobilizá-lo no meio da rua, na Bahia. VÍDEO


Não é a primeira vez que moradores do município de Central, na região de Irecê, encontram um jacaré andando no meio da rua. Desta vez o animal estava na Avenida Central, na tarde deste domingo (02), quando um homem identificado por Ernandes Machado tentou segurar o réptil. O homem acabou levando uma mordida na mão após ataque do animal. No momento, mais pessoas apareceram para ajudar a resgatar o animal onde devolveram a uma lagoa que fica nas proximidades de onde foi achado. Não há informação se Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) tem conhecimento do aparecimento costumeiro do réptil na cidade. Assista a cena:

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Onyx apresenta lista dos 22 ministérios do governo Bolsonaro

A estrutura definitiva da Esplanada dos Ministérios no governo de Jair Bolsonaro foi apresentada na tarde de hoje (3), em coletiva de imprensa, pelo ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni. Inicialmente, serão 22 ministérios (veja a lista abaixo), incluindo Banco Central (BC) e Advocacia-Geral da União (AGU). Esses dois órgãos, no entanto, deverão perder o status de ministério na próxima gestão, reduzindo posteriormente o número de pastas a 20.

No caso do BC, o novo governo defenderá aprovação da autonomia e independência da autarquia. Já em relação à AGU, a ideia é apresentar uma mudança constitucional para prever que toda ação judicial que envolva atuação do governo federal tenha como foro judicial os tribunais superiores. Com isso, o governo poderia abrir mão do status de ministério da AGU, que dava foro especial ao advogado-geral da União para processos movidos em primeira instância.

O presidente eleito Jair Bolsonaro terá uma assessoria especial específica para cuidar de sua comunicação pessoal. Essa estrutura estará vinculada diretamente ao gabinete presidencial e deverá ser responsável pela gestão das redes sociais do presidente, muito usadas por ele para manifestar posições e se comunicar com a população. Já a comunicação insitucional de governo, incluindo as verbas oficiais de publicidade, será mantida na Secretaria de Comunicação, que ficará vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República, comandada pelo advogado Gustavo Bebianno. A pasta também será responsável por um programa de modernização do Estado e pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) do governo.

A Casa Civil, que será comandada por Onyx Lorenzoni, manterá as atribuições de comando de governo e será responsável pela articulação política no Congresso Nacional. Segundo Onyx, serão criadas duas secretarias específicas para cuidar das relações com a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, uma para cada Casa. Elas serão integradas por ex-parlamentares. A relação do governo federal com estados e municípios será atribuição da Secretaria de Governo, sob o comando do general Santos Cruz. Ele também ficará responsável pelo Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), que tem uma carteira de mais de 40 projetos e cerca de R$ 20 bilhões previstos em investimentos.

Onyx Lorenzoni também confirmou a extinção do Ministério do Trabalho e a redistribuição das atribuições da pasta entre os ministérios da Justiça e Segurança Pública, da Cidadania e Economia. “O Ministério do Trabalho passa a estar contido, majoritariamente, no Ministério da Justiça. Lá está, com certeza, a secretaria que cuida das [concessões de] cartas sindicais, que foi foco de problemas. Ela vai estar sob controle do doutor Moro. No Ministério da Economia, vai estar a questão da fiscalização e políticas públicas para o emprego, e há uma parte menor no Ministério da Cidadania, como a Secretaria de Economia Solidária”, explicou.

O próximo governo também manterá o Ministério dos Direitos Humanos, que incluirá uma Secretaria de Políticas para as Mulheres, além de questões relacionadas à igualdade social e políticas para a população LGBT.

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blog do marcelo




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