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A esposa do jovem Wellington Aparecido Cassiavara, de 28 anos e que morreu após saltar de um caminhão em movimento depois que o veículo teve problema na cabine, em Porto Feliz (SP), afirmou ao G1 que não era costume do marido testar os veículos após fazer reparo e que chegou a falar com ele 10 minutos antes do acidente.

“Estou sem chão. Tudo que fazíamos era juntos. Não sei o que será da minha vida sem ele. Ele adorava caminhões, mas não era comum ele testar os veículos. Eu ia buscar ele todo sábado no serviço, mas nesse sábado eu não quis ir. Se tivesse ido, isso não teria acontecido”, lamenta Welenkel Fernanda Cirino Cassiavara. O acidente foi registrado no sábado (21). Segundo a Polícia Militar, o caminhão passou por manutenção no estabelecimento de radiadores no qual o soldador trabalhava. Ao final do reparo, Wellington e um outro funcionário teriam saído com o veículo para uma volta no quarteirão.

Contudo, a cabine do veículo, que tem um mecanismo de tombamento para reparos na região do chassis, se abriu sozinha e arremessou para frente o compartimento onde os rapazes estavam. O outro funcionário conseguiu saltar e sair apenas com escoriações, mas Wellington foi atropelado por uma das rodas traseiras e morreu na hora. “Como era uma descida, a frente do caminhão (cabine) subiu. Ele pediu para o colega de trabalho dele pular, e ficou tentando segurar o caminhão. Como ele viu que não tinha jeito, pulou. Mas acho que o impulso dele não foi suficiente”. Ainda de acordo com a mulher, o sonho do marido era terminar os estudos. “Ele queria se mudar Curitiba para ficar mais próximo do pai dela, além de terminar os estudos, já que começou a trabalhar cedo. Ele adorava ir para lá. Eu que não quis mudar por conta do meu trabalho e da minha mãe”, diz.

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