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Esposa de Tiririca faz sucesso na web com selfie de biquíni

Nana Magalhães resolveu aproveitar os últimos dias de 2018 para renovar o bronzeado e chamou atenção nas redes sociais, mas você deve estar se perguntando: quem é Nana Magalhães? A esposa do deputado federal e humorista Tiririca. Descoberta há dois anos após ter sido flagrada em um camarote no Sambódromo do Rio de Janeiro, a esposa do humorista se tornou uma musa das redes sociais. O clique da loira sensualizando na frente do espelho rendeu vários elogios e muitas piadas também por parte dos seguidores. “Belíssima”, disse uma seguidora. “Lindíssima”, comentou outra. “A Florentina do Tiririca é uma gata!”, escreveu um internauta. (Bahia.Ba)

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Veja as principais manchetes dos jornais deste domingo (30)

A Tarde:
Quatro em 10 brasileiros planejam abrir negócio

Tribuna da Bahia:
(não circula aos domingos)

Correio (BA):
Despedida de Mãe Stella segue ritmos do candomblé

Folha (SP):
Bolsonaro quer facilitar posse de arma por decreto

O Globo:
Bolsonaro pretende liberar, por decreto, posse de arma

Jornal do Commercio (Recife):
Organização é o segredo para equilibrar bolso

Míssil faz Brasil entrar em grupo seleto de países de 1º mundo

Fazia sol e calor, um céu sem nuvens e mar calmo, muito calmo – “quase um lago”, diria depois um tripulante da corveta V34 Barroso. Nesse cenário a Marinha do Brasil lançou pela primeira vez o míssil nacional antinavio Mansup, de longo alcance. Foi há pouco menos de um mês, a 300 km do litoral sul do Rio de Janeiro. Disparado a partir da corveta, o míssil, que mede 5,7 metros e pesa 860 quilos, voou a 1.000 km/hora bem próximo da superfície, acompanhando o movimento da água do mar. Caiu no ponto central das coordenadas programadas. Havia um alvo, o casco do G-27 Marajó, um navio-tanque de 13 mil toneladas, desativado há dois anos. Era só uma referência na operação. Não houve explosão. O Mansup do teste levava uma carga de sensores eletrônicos para fazer medições de telemetria. Em um ataque real, estaria recheado com até 180 quilos de explosivos de alto rendimento – o suficiente para afundar, por exemplo, uma fragata de 5 mil toneladas.
O Mansup é o primeiro modelo de uma família. A sequência prevê o Mansub, lançado por submarinos submersos a partir do mesmo tubo dos torpedos, e o Manaer, para aviões de combate e helicópteros pesados. O arranjo mais ambicioso, diz um especialista do Centro de Tecnologia da Marinha, é o Mansub. O míssil é acomodado dentro de uma cápsula, ejetada por uma carga de ar comprimido. Quando chega à superfície, um sensor digital reconhece essa condição e faz a ignição do motor. Os quatro novos submarinos diesel-elétricos brasileiros da classe do S-40 Riachuelo – recebido pela Força há duas semanas – e a também a variante nuclear vão incorporar o sistema. O programa de desenvolvimento começou há apenas dez anos. Até agora consumiu R$ 380 milhões. No dia do ensaio, uma zona de exclusão com o dobro de extensão do alcance máximo do míssil fora declarada com vários dias de antecedência para garantir ausência de tráfego marítimo durante a prova. A bordo, na sala do controle de fogo, a tripulação seguiu os protocolos de uma situação real. Iluminação reduzida, proteção extra, times completos. No “zero’”da contagem de disparo, apenas uma palavra, “Mansup!”, seguida da abertura do tubo de lançamento e do rugido do motor primário. O Mansup funciona em duas fases: um acelerador, o “booster”, dinamiza a etapa do ganho inicial de velocidade por poucos e intensos segundos até que entre em ação o propulsor principal. A navegação e o direcionamento são estabelecidos por meio de uma caixa de guiagem inercial, com radar interno ativo na etapa final da trajetória para afinar a precisão em relação ao objetivo. O míssil não é de cruzeiro, busca um alvo marcado, ou seja, não faz navegação própria até o impacto. Todavia, há pesquisas em andamento nos EUA e na China para permitir alguma capacidade desse gênero aos modelos Harpoon e Dragão de Seda, expandindo as possibilidades de emprego. A Marinha pretende liberar o Mansup para vendas internacionais. O empreendimento, sob a direção de agências oficiais, está sendo executado por quatro empresas do setor privado. A expectativa é de que ao menos dez nações da América do Sul, África, Ásia e Oceania considerem a substituição dos antigos Exocet B1 e B2. O preço comercial do míssil ainda não foi definido. O domínio do pacote de conhecimento sensível necessário à produção de mísseis antinavio coloca a indústria brasileira de equipamentos de defesa, de emprego militar, em meio a um clube formado por dez países. Os mais influentes estão lá, como EUA, Rússia e China. França e Suécia, parceiros das Forças Armadas, também. O Mansup é inspirado nos modelos franceses, que custam até US$ 2 milhões. É aí que o Mansup vai ter de encontrar espaço no mercado. (Estadão)

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Conta de luz em janeiro não terá cobrança extra

A bandeira tarifária para janeiro de 2019 será verde, sem custo adicional para os consumidores. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a estação chuvosa está propiciando elevação da produção de energia pelas usinas hidrelétricas e do nível dos reservatórios. Em dezembro, a bandeira tarifária também foi verde. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde (sem cobrança extra), amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está relacionada aos custos da geração de energia elétrica. A Aneel alerta que, mesmo com a bandeira verde, é importante manter as ações relacionadas ao uso consciente e combate ao desperdício de energia elétrica.

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Bolsonaro vai liberar posse de arma por decreto

A três dias de tomar posse como presidente, Jair Bolsonaro (PSL) afirmou neste sábado (29) que pretende assinar um decreto para garantir a posse de arma de fogo a todas as pessoas sem ficha criminal. “Por decreto pretendemos garantir a posse de arma de fogo para o cidadão sem antecedentes criminais, bem como tornar seu registo definitivo”, escreveu o presidente eleito nas redes sociais. Como mostrou a Folha de S.Paulo, segundo relatos de aliados de Bolsonaro, o tema teria sido discutido em reunião dos futuros ministros na quinta-feira (27). A medida foi sugerida como prioritária pelo futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, como ato a ser feito nos primeiros cem dias de governo. Uma política mais permissiva à posse de armas é promessa de campanha de Bolsonaro. Durante o período eleitoral, ele prometeu revogar o estatuto do desarmamento, o que exigiria aprovação do Congresso, diferentemente do decreto, que depende apenas de ação do Executivo.
A posse de armas no Brasil é regulamentada pela lei federal 10.826, de 2003, conhecida como o estatuto do desarmamento. De acordo com ela, são necessárias algumas condições para que um cidadão tenha uma arma em casa, como por exemplo ser maior de 25 anos, ter ocupação lícita e residência certa, não ter sido condenado ou responder a inquérito ou processo criminal, comprovar a capacidade técnica e psicológica para o uso do equipamento e declarar a efetiva necessidade da arma. Atualmente, a declaração de necessidade é feita pela Polícia Federal, que pode recusar o registro se entender que não há motivos de posse para o solicitante. A posse, porém, é diferente do porte já que uma pessoa que tem o direito de ter o dispositivo em casa não está autorizada a transportar o objeto consigo. É proibido para os cidadãos brasileiros, exceto para membros das Forças Armadas, polícias, guardas, agentes penitenciários e empresas de segurança privada, entre outros. É preciso demonstrar a necessidade do porte por exercício de atividade profissional de risco. Apesar dos limites, cerca de seis armas são vendidas por hora no mercado civil nacional, segundo dados do Exército obtidos via lei de acesso à informação pelo Instituto Sou da Paz. Neste ano, até 22 de agosto, haviam sido vendidas 34.731 armas no total. Além das vendas recentes, o número de novas licenças para pessoas físicas, concedidas pela Polícia Federal, tem crescido consistentemente nos últimos anos. Passou de 3.029, em 2004, para 33.031, em 2017. O número de novos registros para colecionadores, caçadores e atiradores desportivos, dados pelo Exército, também subiu. Em 2012, foram 27.549 e, em 2017, 57.886. No total, hoje, são mais de meio milhão de armas nas mãos de civis: 619.604. Nos últimos anos, algumas medidas flexibilizaram a lei, como um decreto presidencial de 2016, que ampliou a validade do registro de armas de três para cinco anos. Uma portaria do Exército, de 2017, também significou um afrouxamento do estatuto. A medida permite que atiradores desportivos levem suas armas, carregadas com munição, até o local de tiro. Segundo levantamento do Sou da Paz, há mais de 160 propostas em tramitação no Congresso para alterar o estatuto. Muitas pedem o porte de armas para categorias profissionais, como advogados, caminhoneiros e taxistas. No Senado, tramita um projeto para convocar um plebiscito de revogação do estatuto.

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Mãe Stella se despede da terra com disputa pelo seu corpo

Às 15 horas de sexta-feira (28), dia reservado a Oxalá, o corpo de Mãe Stella de Oxóssi estava nos braços de Iemanjá, na Baía de Todos os Santos. Dentro do Ferry Boat batizado com o nome de Dorival Caymmi, que em vida era Obá (espécie de ministro) de Xangô, da casa que tem como patrono o orixá da Justiça, os integrantes do Ilê Axê Opô Afonjá, enfim, podiam se sentir aliviados. De acordo com a crença dos filhos e filhas do Terreiro, o “machado do rei” havia sido finalmente batido para resolver uma pendenga digna de uma trama Jorgeamadiana: a disputa pelo corpo da ialorixá. A briga envolvia sua companheira, a psicóloga Graziela Domini Peixoto, e integrantes do terreiro. No início da tarde, após decisão da Justiça, já com a guia de sepultamento impressa, o corpo de Mãe Stella mudou de “mãos”.
Em uma manhã marcada ao mesmo tempo pelo luto e pela tensão, o sobrinho de mãe Stella, Adriano de Azevedo, estava quase entregando os pontos. O corpo de sua tia estava prestes a ser enterrado na cidade de Nazaré, a 150 quilômetros de Salvador. Desde às 9h, o velório acontecia na Câmara de Vereadores da cidade, bem longe de onde Mãe Stella viveu e se transformou em uma das grandes religiosas da Bahia. A cerimônia em Nazaré havia sido marcada por Graziela e, segundo os integrantes do terreiro, impediria que o corpo de Mãe Stella passasse por obrigações do Axexê, o ritual fúnebre do candomblé. “Eu conheço minha tia e sei do gosto dela. Ela dizia que eu era seu braço e que eu deveria resolver as coisas. Mas, neste caso, não estou enxergando saída. Graziela está fazendo isso para nos atingir. Ela articulou tudo. Estou entregando aos orixás”, disse Adriano de Azevedo, que se deslocou de madrugada para Nazaré em um ônibus com uma comitiva de cerca de 40 filhos de santo. Enquanto isso, a Sociedade Cruz Santa, entidade mantenedora do Opô Afonjá, articulava uma ação judicial para impedir que o corpo de Mãe Stella fosse sepultado fora de Salvador. A espera angustiante teve manifestações de ambos os lados. Graziela dizia ter acompanhado com carinho e fidelidade os últimos dias (e os últimos suspiros) da ialorixá em um hospital de Santo Antônio de Jesus, onde ela morreu, na quinta-feira (27), de uma infecção generalizada. “Foi lindo! Nós brincamos, sorrimos. As enfermeiras e os médicos participaram também. Segurei a mão dessa mulher os últimos 15 dias para que ela morresse em paz”, afirmou. “Mãe Stella morreu tão dignamente quanto viveu. Não sentiu dor”, garantiu. A companheira de Mãe Stella contestou o fato do corpo precisar passar por obrigações feitas no terreiro. Ela afirmou que a própria Mãe Stella teria iniciado os rituais nela mesma antes de morrer. Por isso, as obrigações não seriam necessárias. “Para quem não conhece pode parecer estranho, mas ela fez a parte religiosa nela própria. E pediu para que não mexessem mais na cabeça dela porque ela já havia mexido. Então não estou impedindo rito nenhum. Em vida, Mãe Stella manifestou o desejo de viver em Nazaré. Porque não ser enterrada aqui?”, perguntou. Os integrantes do terreiro acusaram Graziela de contratar homens armados para intimidar os filhos de santo. E sequer cogitaram a possibilidade de ter existido esse ‘auto axexê’ realizado pela própria Stella. “Como você vai fazer em você mesmo um ritual pós mortem estando vivo?”, perguntou Adriano Azevedo. “Ela (Graziela) é uma iniciada e conhece os procedimentos litúrgicos. Se esses procedimentos não forem cumpridos, seremos cobrados pelos orixás lá na frente”, completou. Diante dessa peleja pelo corpo, o que se via era um salão dividido. Os filhos de santo da roça de São Gonçalo do Retiro sentados nas cadeiras ao fundo. Próximos ao caixão, Graziela junto com alguns poucos representantes de terreiros de Nazaré e região. Entre os que foram dar o último adeus a Mãe Stella, curiosos e moradores da cidade. “Não imaginávamos uma despedida dessa forma. Mãe Stella merecia a presença das comunidades de Salvador e das autoridades, além das pessoas simples que conviveram e aprenderam com ela. Lamentável”, disse Adriano. “Tem até gente de preto vindo ver o caixão. São curiosos. Nosso luto é branco”, lembrou. Durante a espera, silenciosa e sem qualquer tipo de cântico religioso, filhos de santo foram incorporados por orixás. Dois deles, um de cada lado da “disputa”, soltavam gritos como se estivessem revoltados. Um dos que “viraram o santo” levantou-se e, cambaleante, aproximou-se do caixão. Amparado por duas sacerdotisas, se retirou do recinto. Os integrantes do terreiro solicitaram que não fossem feitas imagens em vídeo ou fotografias. Eis que, por volta das 13h, “o rei foi buscar a rainha”, conforme disse Dadá Jaques, Obá de Xangô do Terreiro Aganju, mostrando que os integrantes do Axé Opô Afonjá não estavam sozinhos na querela. “É a resposta do Orixá. Xangô fez Justiça!”, acreditava Adriano, agora comemorando a decisão da juíza plantonista da Comarca de Nazaré, Caroline Rosa Vieira. O pedido liminar impetrado pela Sociedade Cruz Santa apontava a necessidade de se fazer “o ritual do sepultamento e, subsequente, do axexê (…) Nos ritos de religião de matriz africana, é fundamental, sobretudo, para uma líder religiosa (…) é fundamental que seu corpo físico, mesmo que morto, esteja dentro do espaço religioso no qual foi sacralizado, no caso de Mãe Stella de Oxóssi esse lócus é o terreiro do Ilê Opô Afonjá”. Assim, a juíza determinou a “transferência do cadáver de Maria Stella de Azevêdo Santos (Mãe Stella de Oxóssi) da cidade de Nazaré para o Ilê Axé Opô Afonjá em Salvador. E argumentou: “Entendo que se deve conceder à comunidade o exercício do culto religioso, ante a supremacia do princípio que seria violado de forma irreversível, do exercício livre da religião da qual Stella de Oxóssi era líder, bem como a proteção do patrimônio histórico e cultural”. Ao comentar a decisão, a companheira de Mãe Stella, a psicóloga Graziela Domini, criticou a juíza. “Eu só não consigo entender como uma juíza dá uma liminar de um tema que ela não conhece”. Graziela criticou ainda a postura dos filhos de santo. “Eu poderia entrar com o recurso, mas eu não ia deixar o corpo de Mãe Stella rolando de um lado para o outro. Eu vi uma cena grotesca. Eu nunca esperei ver isso [a retirada do caixão], já que eu iria liberar. Isso não é uma guerra. Não se tem motivo para comemorar. Isso é um erro. Eu não consigo entender tirarem minha esposa de mim no enterro dela”. Sob gritos de Kauô Kabiecilé (saudação a Xangô), o caixão com o corpo de Mãe Stella foi retirado do plenário da Câmara de Vereadores de Nazaré. Os filhos de santo comemoravam a decisão, que acreditavam ser obra do ‘machado de Xangô’. Em menos de duas horas, após atravessar a Ponte do Funil e chegar ao Terminal de Bom Despacho, o carro funerário embarcou como “prioridade” no Ferry Boat Dorival Caymmi. “É no Ferry com o nome do nosso Obá de Xangô que estamos sendo transportados de volta pra casa. Essas coisas são do mistério. Kauô Kabiecilé!”, disse Silvana Moura, sacerdotisa do Axé Opô Afonjá.

Fazenda de João de Deus é invadida em Goiás

Denunciado por violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável, o médium João de Deus teve uma de suas fazendas invadida em Souzânia, distrito de Anápolis (GO), de acordo com o G1. Segundo o boletim de ocorrências, uma das portas da casa foi arrombada e o imóvel, revirado. Médium está preso no Núcleo de Custódia e nega as acusações. O gerente da propriedade rural informou à polícia que, ao chegar à residência de João de Deus, verificou que a porta dos fundos tinha sinais de arrombamento e que os móveis estavam revirados. Ainda conforme o relato, havia “sofás rasgados, guarda roupas tiveram fundos quebrados, a banheira teve o suporte quebrado, todos os objetos dos quartos, cozinha e sala foram jogados no chão e todos os quadros foram retirados da casa”. O caso foi registrado como dano ao patrimônio.

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Enquanto motorista agonizava, populares saqueavam a carga

Um acidente numa curva na altura do Km 422, da Br-101, próximo ao Posto Tenente, no município de Ibirapitanga, deixou uma vítima fatal. O veículo tombou às margens da rodovia e, em seguida, pegou fogo. O motorista, Ivanilton Santos, 32 anos, natural de Conquista, morreu carbonizado. A carreta transportava uma carga de água mineral em embalagens de copos e garrafas plásticas. Apesar da tragédia, populares rapidamente compareceram ao local começaram a saquear os produtos. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram um grupo de pessoas saqueando a carga. Esse tipo de crime é frequente naquele trecho, entre a conhecida Curva do Tenente até as imediações do distrito de Itamarati. Na sexta-feira da semana passada, uma carreta carregada de fornos microondas acabou tombando próximo ao distrito de Itamarati. Na ocasião, como sempre, a carga foi saqueada. Não foi informado se o motorista ficou gravemente ferido. Alguns motoristas de caminhões e carretas afirmam que em algumas localidades, populares já chegaram a jogar óleo na pista com o intuito de provocar acidentes e em seguida saquearem as cargas, mas a denúncia nunca foi comprovada. Esse é o mesmo povo que reclama da desonestidade dos políticos. (Giro Ipiaú)

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VÍDEO: Piloto que morreu na queda de ultraleve, em Aracaju, é natural de Ipiaú. Assista

Um homem de 56 anos, identificado como Israel Fernandes Graça, natural de Ipiaú, no Sudoeste baiano, que pilotava um ultraleve morreu carbonizado, na tarde deste sábado (29), após a aeronave cair minutos depois da decolagem do aeroclube de Aracaju (SE). O acidente não fez outras vítimas além do piloto. Ainda não se sabe a causa do acidente. Segundo o Corpo de Bombeiros, a aeronave pegou fogo depois que caiu e se chocou com a parede de uma casa e o muro da quadra de esportes de um colégio do bairro Bugio, na zona oeste de Aracaju. O local do acidente fica no cruzamento da avenida Poço do Mero com a travessa Ana Célia. Assista o momento da queda:

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Conquista: Identificado jovem assassinado neste sábado no bairro Guarani.

A vítima trata-se de Abmael Ribeiro dos Santos  de 25 anos,o mesmo tinha passagem pela polícia.

De acordo com  informações do Blog do Léo Santos, Abmael estava na rua Deusdete Amaral no bairro Guarani,conversando com um outro indivíduo no momento em que foi baleado no pescoço com três tiros pelo mesmo. Chegou à ser atendido pelo Samu 192,mas morreu à caminho do hospital.

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blog do marcelo




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